No fundo temos sempre uma força interna que se estabiliza no âmago da nossa vontade de encontrar uma cidade de luz perdida no antro do deserto. Essa força é o verdadeiro mapa no cimo do deserto, onde o medo e a vastidão tentam nos devorar e, por isso essa estabilidade interna funciona como uma bússola de mercúrio, porque ela oscila, mas nunca perde o norte da transcendência. A cidade de luz não é feita de tijolos, mas de vontade purificada. É o momento em que o buscador para de olhar para o horizonte e percebe que ele próprio é o farol. Como ensinam as tradições herméticas, o que está dentro é como o que está fora, se a cidade brilha no deserto, é porque o seu âmago já se tornou incandescente. Portanto, seguindo essa trilha de autodescoberta e simbolismo, você prefere mergulhar nesta jornada de alquimia espiritual desvendando os mistérios ocultos por trás dessas arquiteturas sagradas, ou seja, as da cidade de luz.
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