sexta-feira, 15 de maio de 2026

TRINCO E PORTA DE TARAMELA/ A fragilidade humana e a busca por proteção diante da morte.

 TRINCO E PORTA DE TARAMELA (Anibal Werneck de Freitas) Templo sagrado, casa, refúgio de mim/ Eu no escuro, susto da morte, enfim./ Meta constante dos buscadores/ Quanta certeza nos meus temores./ Pelas crianças afegãs sem janela/ Trinco e porta de taramela./ Meço em nós e acredito no pós./ Meço em nós e acredito no pós./ Ó mistério, ó comoção/ Ó que canção, emoção/ No chão, no chão, no chão.

Nesta música, ‘Trinco e Porta de Taramela’, exploro a fragilidade humana e a busca por proteção diante da morte, focando na experiência humana, em vez de dogmas. 

A canção destaca a dualidade entre o temor existencial e a busca por esperança, encontrando o sagrado no plano terreno e no cuidado com o próximo, girando em torno da vulnerabilidade existencial e da empatia universal diante do sofrimento. 

O ‘trinco’ e a ‘taramela’ são de madeira extremamente simples e frágeis, assim como nossas defesas contra os grandes males do mundo são ilusórias. 

A menção às ‘crianças afegãs sem janela’ expande o medo pessoal para uma dor coletiva e social. 

A conexão humana e o sofrimento compartilhado tornam-se o verdadeiro foco ético, sem necessidade de justificativas divinas. 

A repetição na canção de ‘acredito no pós’ reflete o anseio humano por continuidade, e o desfecho ‘No chão, no chão, no chão’ puxa a transcendência de volta para a realidade concreta e material da existência.

Anibal em parceria com a IA.

A TEU INSTANTE/ Apreciação da vida no momento em que ela acontece.

 

A TEU INSTANTE (anibal Werneck de Freitas) acredito no momento/ acredito neste instante/ porque ele na verdade/ é o mais interessante./ acredito tanto nele/ não ligando pro além/ porque este momento/ é tudo e amém./ se não fossem os sentidos/ os acordes desta canção/ você não estaria ouvindo/ nas cordas do coração./ sinta que coisa bonita/ as notas em harmonia/ perfume e inspiração/ no zen da melodia.

Nesta música, ‘A Teu Instante’, eu considero o ‘além’ e o ‘divino’ inacessíveis à razão humana, valorizando assim o ‘agora’ e os ‘sentidos físicos’ em vez de focar em realidades metafísicas desconhecidas, porque na verdade, não podemos provar o que há depois da morte, de modo que, o foco deve ser a vida presente, levando em conta que o conhecimento e a apreciação do mundo vêm da experiência empírica, ou seja, visão, audição, tato, etc..., nos mostrando, então, o ‘Instante’ como ‘Absoluto’ ao afirmar que ‘este momento é tudo e amém’, substituindo assim, a busca pelo sagrado transcendental pela sacralização do momento atual. Enfim, termos como ‘zen’ e ‘harmonia’ usados na canção, sugerem que a paz e a transcendência podem ser encontradas na arte e na natureza, sem necessidade de dogmas religiosos.

Anibal em parceria com a IA.

CARUSO/ A única vida existente após a morte, ocorre na mente de quem permanece vivo.

 


CARUSO (Luccio Dalla - Versão de Anibal Werneck) Ouço tua voz cortando tempo e espaço./ E o meu coração recebe o teu abraço. / Ainda vejo barco, luz e vela / Aproximando sempre ao teu brilhar. / Cantar sempre cantar! / Nem a morte pode nos separar! / Cantar sempre cantar! / Eternamente Caruso recordar!

Segundo a Inteligência Artificial, a interpretação desta música, ‘Caruso’, gravada neste vídeo, foca estritamente na dimensão humana, psicológica e histórica, rejeitando qualquer explicação sobrenatural ou literal de vida após a morte. O trecho ‘Nem a morte pode nos separar’, indica que a obra sobrevive ao criador. Deste modo, a eternidade é alcançada através da memória coletiva dos vivos. Quanto à ‘voz cortando tempo e espaço’, representa o alcance físico e tecnológico das gravações musicais. Já o ‘abraço’, recebido pelo coração é uma reação neuroquímica de empatia artística, não um evento espiritual. Portanto, em relação aos ‘barco, luz e vela’, estes, representam ferramentas reais da jornada humana e da navegação histórica de Enrico Caruso em Sorrento, uma cidade fantástica da Itália. Enfim, concluindo, o ‘eternamente recordar’, reforça que a única vida existente após a morte, ocorre na mente de quem permanece vivo.

Anibal, em parceria com a IA.

quarta-feira, 15 de abril de 2026

ASDRÚBAL CONSULTANDO A IA. [Os Três Seres Translúcidos]

 


ASDRÚBAL - IA, no âmago do meu ser, eu me encontro sempre com três seres translúcidos, o que isso significa?

IA – olha, essa é uma imagem poderosa e profunda, que toca em arquétipos do inconsciente e do simbolismo espiritual.

ASDRÚBAL – Por que no âmago do ser?

IA – Porque no ‘âmago do ser’, onde a mente racional silencia, a presença de figuras translúcidas geralmente aponta para algo que está em processo de revelação ou que pertence a uma dimensão além da matéria densa.

ASDRÚBAL – IA, você poderia especificar algumas interpretações possíveis para essa visão?

IA – Sim, e aqui estão algumas interpretações possíveis para essa visão: a) A Trindade Interior, o número três é universalmente associado ao equilíbrio e à totalidade (início, meio e fim; corpo, mente e espírito). Esses seres podem representar facetas de você mesmo que alcançaram um estado de clareza ou purificação;

b)   Transparência e Verdade, Seres translúcidos sugerem que não há nada a esconder. Pode indicar que você está acessando um nível de autoconhecimento onde as barreiras do ego se tornaram sutis, permitindo que a luz (ou a consciência) atravesse sua identidade;

c)     Observadores ou Guias. Em muitas tradições, essas figuras são vistas como ‘testemunhas’ da alma, partes da sua consciência que observam sua jornada sem julgamento, apenas com lucidez.

Asdrúbal – IA, o que você nos deixa como questionamento para aprofundarmos esse significado?

IA - Para aprofundarmos esse significado, você sente que esses seres transmitem uma sensação específica (como paz ou alerta) ou eles apenas existem em silêncio?

quarta-feira, 8 de abril de 2026

A REUHNIoNM (Asdrúbal)

 








Dentro da preocupação do autor de As Crônicas de maNguihS ErratHi, com o futuro da humanidade, por um mundo melhor, ele cita a REUHNIoNM, como o encontro primordial, digamos, de todos os personagens da HISTÓRIA, como, por exemplo, um Cruzado, um Índio, um Soldado da II Guerra Mundial, um Romano, um Grego, um Viking, um Samurai, enfim, todos aqueles que representam uma determinada época. A bem da verdade, uma reunião sob a ótica da convergência de tempos e a busca pelo equilíbrio universal, onde ‘Guerreiros Espirituais’ como, por exemplo, o Cruzado representando a fé institucionalizada e a expansão europeia, enquanto o índio, a conexão ancestral com a terra e a natureza. Este encontro não é um conflito de conquista, e sim de convergência, buscando o mesmo objetivo, ou seja, a paz, tirando qualquer interesse imperialista, ou coisa parecida. É no caso uma reunião com incontáveis ‘Távolas Redondas’ onde todos estariam sentados numa situação equalitária, discutindo o futuro da galáxia, mostrando que ninguém é mais importante que o outro. E em conexão com o Futuro maNguihS ErratHi, pode-se dizer que esse encontro, a REUHNIoNM, ser uma forma de apaziguamento colhida pelo protagonista astronauta que certamente poderia ter evitado o caos que a Terra enfrenta no futuro estipulado no livro, As Crônicas de maNguihS ErratHi.

sexta-feira, 27 de março de 2026

[AWF.IA.6] OS MÍSSEIS ESTÃO AÍ PRONTOS PRA EXPLOSÃO NO CORAÇÃO.

 


OS MÍSSEIS ESTÃO AÍ (Anibal Werneck de Freitas) Os mísseis estão aí, / Os mísseis estão aqui. / Dentro do coração, / Prontos pra explosão. / Os mísseis estão aí, / Uma trombada final. / Meu pai, pra que pai? / Imortalidade fatal. / Os mísseis estão aí, / Uma careta medonha. / Minha mãe, pra que mãe? / Uma maldade enfadonha. / Os mísseis estão aí, / Os mísseis estão aqui. / Dentro do coração, / Prontos pra explosão. / Os mísseis estão aí, / Uma certeza mórbida. / Meu amigo, pra que amigo? / Realidade sórdida. / Os mísseis estão aí, / Uma tristeza drástica. / Meu irmão, pra que irmão? / Verdadeira lástima. / Os mísseis estão aí, / Os mísseis estão aqui. / Dentro do coração, / Prontos pra explosão. / Os mísseis estão aí, / Uma pobreza espírita. / Meu filho, pra que filho? / Descendência crítica. / Os mísseis estão aí, / Uma besteira bruta. / Minha mulher, / Pra que mulher? / Calamidade curta. / Os mísseis estão aí, / Os mísseis estão aqui. / Dentro do coração, / Prontos pra explosão.