No fundo temos sempre uma força interna que se estabiliza no âmago da nossa vontade de encontrar uma cidade de luz perdida no antro do deserto.
Essa força é o verdadeiro
mapa no cimo do deserto, onde o medo e a vastidão tentam nos devorar e, por
isso essa estabilidade interna funciona como uma bússola de mercúrio, porque
ela oscila, mas nunca perde o norte da transcendência.
A cidade de luz não é
feita de tijolos, mas de vontade purificada. É o momento em que o
buscador para de olhar para o horizonte e percebe que ele próprio é o farol.
Como ensinam as tradições herméticas, o que está dentro é como o que está fora,
se a cidade brilha no deserto, é porque o seu âmago já se tornou incandescente.
Portanto, seguindo essa
trilha de autodescoberta e simbolismo, você prefere mergulhar nesta jornada
de alquimia espiritual desvendando os mistérios
ocultos por trás dessas arquiteturas sagradas, ou seja, as da cidade
de luz.
Asdrúbal, em 20.02.2026
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