SEMINÁRIO N. S. APARECIDA

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

O MUNDO COMO VONTADE E REPRESENTAÇÃO


schopenhauer foi o filósofo que introduziu o budismo e o pensamento indiano na metafísica alemã. na sua obra, o mundo como vontade e representação, nos deixa bem clara a sua intenção, digamos pessimista em relação à vida. digo isso porque além da vontade e da representação, não existe nada e, diga-se de passagem que o budismo é uma religião ateísta.
o nirvana, por exemplo, é a libertação total desta vida, viver é praticamente uma condenação. prato preferidos das religiões na maioria. neste caso estou mais com o candomblé que valoriza a vida, que a coloca como uma dádiva de olorum, embora  eu sendo ateu.
voltando ao schopenhauer, notamos o seu ateísmo. pra ele, morreu, acabou. o filósofo é realmente duro e seco. pelo menos assim vivenciamos nossos medos, defesas e fraquezas. afinal, somos humanos, animais e deixamos de ser pretensiosos, orgulhosos, porque não, ridículos. somos na verdade o que vemos e tocamos. o resto não importa. por isso é importante aproveitar a vida. esquecer o que nela nos aborrece. o budismo a abomina, coisa que eu não concordo, embora nietzsche a tem como uma religião melhor que as monoteístas, ele tem lá suas razões quando diz, o primeiro e único cristão morreu na cruz.

aníbal werneck de freitas.

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