SEMINÁRIO N. S. APARECIDA

sábado, 20 de julho de 2013

UM PONTINHO NO INFINITO



Somos um pontinho no infinito ao lado de uma estrela de quinta grandeza chamada, Sol. Um cosmonauta numa distância de 40.000 quilômetros não veria tal ponto, o que significa a nossa total insignificância. Pois bem, apesar disso, mesmo assim, nos achamos os maiorais do Universo. Na verdade, não somos nada e ainda respondemos com arrogância a tudo aquilo que não é do nosso agrado. Deveríamos respeitar mais este mundo que é um verdadeiro mistério, se existe Deus, nós não somos os únicos seres importantes da sua criação. Assim como nosso, devem existir milhões de planetas, sendo muitos deles com civilizações mais adiantadas que a nossa. 
Se existe Deus, ele encontrou uma forma de nos falar através da nossa consciência. Não existem privilegiados neste caso e quem escreve alguma coisa a mando de Deus é um mentiroso. É aí que chego no âmago das religiões que para mim são formas de controlar os atos das pessoas segundo os interesses de uma minoria. No Antigo Egito, quando a situação ficava difícil para o Faraó, os sacerdotes entravam em ação, convocando deuses para punir o povo que devido à sua ignorância recuava do seu intento. Hoje, a maioria das pessoas não se deixa mais levar pelas ameaças provindas da religião porque a ignorância está diminuindo com o avanço da internet. Hoje está mais difícil governar, a multidão nas ruas das cidades é apenas um começo. Todavia, para o Universo não somos nada, mas para a nossa Terra somos importantes e ela [a Terra] sabe disso.

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