SEMINÁRIO N. S. APARECIDA

terça-feira, 11 de novembro de 2014

DA DIÁSPORA AOS ATENTADOS DE HOJE EM ISRAEL


Um novo tipo de represália está se desenhando no Oriente Médio, especificamente, em Israel. Soldados ou transeuntes israelenses estão sendo mortos, ora à facadas, ora á atropelamentos. Está se transformando numa nova fórmula de revidar aos ataques brutais dos judeus [os invasores] contra os palestinos [os invadidos]. Nossa imprensa nojenta distorce sempre a favor dos poderosos [israelitas] dizendo que é terrorismo. Quem conhece História sabe muito bem que em 14 de maio de 1948, os Estados Unidos e Aliados implantaram um Estado judaico na marra em pleno território palestino. Antes, palestinos e judeus viviam pacificamente, sendo a maioria árabe [palestinos]. A ideia era dividir a Palestina em duas partes, uma ocupada por judeus e a outra, pelos palestinos. Sem o consentimento da maioria árabe, os judeus proclamaram sua independência, e deste modo, Egito, Síria, Líbia e Iraque atacaram o novo país, todavia, com a ajuda estadunidense e inglesa, em 1949, os israelenses ganharam a guerra e assim, estão lá até hoje e com eles, as guerras. Para a gente entender melhor a História, temos que vê-la do ponto de vista dos verdadeiros donos da terra e a nossa imprensa mesquinha e subalterna aos poderosos, faz justamente o contrário.
Espalhados pelo mundo afora pelos romanos no ano 70, Diáspora, os judeus andaram errantes pelo mundo, mas se dando bem no comércio. Até aí tudo bem, o problema começou com o Holocausto ocorrido na Segunda Guerra Mundial [1939-1945], o sofrimento dos judeus nas mãos dos nazistas foi tamanho que eles reclamaram, depois da guerra, um lugar para fundar uma nação judaica, para se sentirem mais seguros. Ao invés de escolher parte do território dos seus algozes [alemães], acharam mais fácil invadir a pobre Palestina que já não lhes pertenciam mais e a coisa deu no que deu, o Oriente Médio está num caos de fazer gosto.
E, como se não bastasse, Israel vem expandindo o seu território com famigeradas invasões chamadas de assentamentos e ainda por cima seccionando os lugares invadidos com muros no sentido literal da palavra, uma vergonha que o mundo vê e não diz nada. Daí a razão dos atentados em série nos dias de hoje e o infeliz do premier israelense, Netanyahu, diante dos protestos que revindicam o fim das décadas de ocupação israelense, responde para que os insatisfeitos deixem o país. Sabemos que em Israel, os árabes são uma minoria, 20%, não podem fazer nada, a não ser, sair matando o inimigo à revelia.

anibal werneck de freitas.

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