SEMINÁRIO N. S. APARECIDA

sábado, 1 de fevereiro de 2014

SOMOS UMA CORRENTE ESPIRITUALIZADA

A maneira como redijo os meus textos passa a ideia de que sou materialista. Talvez eu não tenha me expressado bem. Peço desculpas se causei tal impressão. Pelo contrário, sou totalmente espiritualista. As matérias que eu exponho no meu blog são frutos desta espiritualidade. Ao contrário do que muita gente pensa, existe espiritualidade sem Deus, https://www.google.com.br/search?q=espiritualidade+sem+deus&rlz=1C1OPRB_enBR573BR573&oq=espiritualidade+sem+deus&aqs=chrome.0.69i59j69i60.7943j0j7&sourceid=chrome&espv=210&es_sm=122&ie=UTF-8. Veja bem, o mundo não existiria sem ela. Acontece é que nós e o mundo somos a manifestação visível dela. Por outro lado, ela [espiritualidade] não tem nada de sobrenatural. A diferença é que ela sempre existiu. O Universo pode deixar de existir que ela [espiritualidade] continua firme e forte. Todavia, creio que isso não a cativa, porque ela precisa se manifestar. Sendo assim, quando olho para as religiões, vejo que todas elas [religiões] são oriundas do seu seio mas, com uma particularidade, são privativas. Isso não é bom porque cria uma distorção muito grande no comportamento humano. É o preço da liberdade que esta espiritualidade respeita em cada um de nós. Pois bem, se deixássemos de lado o nosso ego, criado pelas religiões, seríamos muito mais felizes. Seríamos um só. 
http://www.youtube.com/watch?v=WXLyHLXLF8I 
A humanidade seria uma única corrente. Cada um de nós como um elo que se junta ao outro para assim formarmos uma corrente forte através do amor. Aí sim, estaríamos exercendo a nossa espiritualidade. Um ajudando o outro. Nada mais do que isso. Portanto, creio que elucidei melhor o meu ponto de vista. Não tenho nada contra as religiões. O único problema é que elas [religiões] individualizam as pessoas. Na verdade, somos apenas um elo desta enorme corrente espiritualizada e, quando um elo se solta, o estrago é muito maior do que imaginamos. Este elo se perde. Fica desgarrado porque outro toma o seu lugar. A corrente não pode ficar interceptada. No entanto, ela não se fecha para o desgarrado. Está sempre pronta a recebê-lo de volta. Só depende dele, o que se soltou por livre e espontânea vontade. Quanto aos elos doentes, eles continuam na corrente, porque não têm culpa dos seus atos.

Anibal Werneck de Freitas.

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